Coaching Français Associado gci50plus

SUPERAÇÃO & COACHING

Lance Armstrong, ciclista promissor da seleção olímpica americana, foi diagnosticado com câncer nos testículos em 1996, ocasionando uma interrupção em sua carreira e na sua vida. Com 50% de chances de sobreviver, Lance iniciou uma escalada pela vida de onde ele saiu como grande vitorioso, lutando contra a morte em sessões de quimioterapia, intervenções cirúrgicas e outros métodos de cura. Com a incrível vitória sobre o câncer, Armstrong criou uma fundação para auxiliar as pessoas que possuem câncer e mobilizou praticamente o mundo todo em uma ação que virou febre e está presente no pulso de milhares de pessoas, a pulseira amarela da Livestrong.
Como se não bastasse passar pelo que passou, Lance resolveu voltar a competir e... venceu por 7 vezes a mais glamourosa e difícil competição ciclística do mundo:  o “Tour de France”, feito nunca antes alcançado!

 

Todos nós conhecemos pessoas ou histórias de pessoas, que após uma dura provação como um grave acidente, um câncer ou uma grande perda, não se deixou abater, lutou e em resposta conseguiu realizar coisas incríveis para si e principalmente para a sua comunidade. Histórias assim estão na mídia, nos livros, nas biografias. O que realmente acontece nessas situações? A pessoa depois de chegar ao limite da sobrevivência, ou da dor ou do desespero, recobrou forças, fez apelo aos seus recursos internos, deu a volta por cima, retomou o caminho e conseguiu ir muito além daquilo que teria conseguido se esse evento não tivesse feito parte de sua vida. O que acontece de fato com essas pessoas, quando chegam a esse ponto? Qual o fenômeno, que até então escondeu a vida, que de repente aparece, e literalmente transforma aquela pessoa em outro ser:poderoso, ousado, confiante, motivado, vencedor? – Quando nada mais resta, que nos possa ajudar, costumamos nos virarpara nós mesmos e, num momento de verdade absoluta, nos perguntarmos: o que eu posso de fato fazer por mim mesmo? – e a resposta é rápida e clara, cristalina: TUDO. Apoiados nessa certeza, inquestionável, nós começamos a agir e...vencer!

A pergunta então que se coloca é: - porque precisamos esperar chegar a esse ponto para entrarmos em ação? E as outras pessoas, com quem nenhuma dessas desgraças acontece, o que elas aparentemente fazem? – Nada, ou seja: elas costumam continuar vivendo as suas vidinhas, sem emoção, vazias, intoleráveis e monótonas. Isto não é uma afirmação de que para ter sucesso, ser feliz, vencer na vida, seja indispensável passar por tais provações. O que de fato ocorre é que as pessoas, diante do desafio, costumam lançar mão daquilo que elas têm de mais poderoso, que é a emoção!

 

Paulo Coelho, o polêmico escritor brasileiro mais publicado em toda a história editorial do país, viveu como hippie, viajou pelo mundo, internou-se por imposição dos pais numa clínica psiquiátrica, flertou com a magia negra, virou roqueiro, conheceu o submundo das drogas, produziu frases rebeldes em parceria com Raul Seixas, conheceu os porões da ditadura, foi preso e torturado durante o regime militar (+mais). Independente de admirá-lo ou execrá-lo, concordar ou não com os seus escritos, Paulo Coelho é, inquestionavelmente, além de um fenômeno editorial, uma das personagens mais conhecidas do mundo literário, hoje. Seus admiradores vão desde a Madona até a Ditadura do Irã e mais importante: graças as suas idéias e escritos mudou radicalmente a vida de milhares de pessoas, pelo mundo afora.

 

 

Sucesso, determinação, vitória, são estados emocionais. Você pode atingir esses estados emocionais através da sua mente. Utilizando os seus recursos internos, você consegue acessar os estados emocionais adequados que o transformarão na pessoa que você deseja ser, aquela pessoa que o conduzirá em direção ao seu objetivo. Ao invés de ficar esperando que algo lhe aconteça para acordar para a necessidade de ir em busca de seus ideais, você tem a opção de tomar a iniciativa, dar o primeiro passo, e assim conseguir a tão desejada realização pessoal.

 

O Cavalo no Poço

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num poço abandonado.
O fazendeiro foi rapidamente ao local do acidente e avaliou a situação. Certificando-se de que o animal não se machucara, mas, pela dificuldade e o alto custo de retirá-lo do fundo do poço, achou que não valeria a pena investir numa operação de resgate.
Tomou então a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal, jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.
E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a jogar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.
Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo. Logo, os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que enfim, conseguiu sair.
Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo ao dono da fazenda.

 

O processo de coaching leva até às pessoas a possibilidade de entrar em contato com os seus estados mais poderosos. Mostra-lhes como ter acesso, através das emoções e da fisiologia, aos seus recursos pessoais e assim produzirem os resultados que sempre almejaram. Essas possibilidades nem sempre estão evidentes, mas sabendo que elas existem, cabe a cada um ir em busca de ajuda para que esses recursos possam ser utilizados. 
O coaching, embasado nas técnicas da PNL, busca no subconsciente as ferramentas que ajudam as pessoas a promoverem as mudanças que sempre desejaram. É comum ouvir, à nossa volta, que para se conseguir as coisas é necessário muito esforço, sofrimento ou até mesmo dor. Ora a nossa natureza tem pavor de tudo que é dor. Sabe-se que apenas duas coisas nos colocam em ação, nos fazem agir: a dor, da qual procuramos fugir e o prazer, que nos atrai. Assim é a natureza humana. A energia, que está em nós, e que nos coloca em ação, é por vezes neutralizada por crenças, limitantes como essa. No processo de coaching são trabalhadas as crenças, em alguns casos substituídas, de modo que se tornem fortalecedoras. Uma crença é um sentimento de certeza sobre algo. Quando nós conseguimos satisfazer uma crença nós somos felizes, no oposto, contrariar uma crença é como burlar as regras da vida. O coachingnos ajuda a estabelecer crenças poderosas: o tamanho de nossas crenças é que definirá o tamanho e o alcance de nossas realizações ou ainda, o tamanho de nossos sonhos só depende do poder de nossas crenças. Anthony Robbins, escritor americano, chama as crenças de “avenidas da excelência”.

 

O grito pegou Ariel de surpresa, e ele quase caiu sentado. Olhou na direção do grito e viu um agitado Gabriel vindo na sua direção.

- Pois não, mestre Gabriel, respondeu, sem se alterar.
- Recebi pela centésima vez o mesmo pedido daquela garota que quer um marido! Já não era para você ter providenciado?
- Bem, senhor, tivemos alguns problemas e...
- Como, problemas? Como podemos honrar o "peça e receberás" deste jeito?
- Bem, é que a moça mesmo está impedindo, senhor.
- Agora vai culpá-la, é?

- Como o senhor bem sabe, dependemos em parte dos humanos para um bom atendimento. Se quiser, posso contar-lhe o que já fizemos.
- Muito bem, conte-me. Gabriel já estava completamente calmo.
- Assim que recebemos o primeiro pedido, fizemos uma pesquisa e identificamos um par ideal para ela. No dia propício, em que ele estaria em um bar, sussurramos à moça uma sugestão para sair de casa e ir até o bar. Ela aceitou bem. Lá no bar, providenciamos um esbarrão, o rapaz tentou uma conversa, mas ela recusou-se a qualquer papo, argumentando consigo mesma que não era mulher de dar papo para estranhos. Nada pudemos fazer.
- Aí, esperaram um novo pedido.
- Sim. Ela o fez na sua igreja, uma semana depois. Mas o "escolhido" já tinha se envolvido com outra moça, muito boa, por sinal, e procuramos outro. Achamos. Desta vez a estratégia foi provocar uma pequena batida dele no carro dela. Coisa insignificante. Só que ela desceu do carro muito irada, disse uns palavrões e pra falar a verdade, sequer olhou para o rosto dele. Observamos que ela internamente estava visualizando um monstro, e não o homem que estava à sua frente.

- Mas vocês não previram esta reação?
- Sabíamos que era uma opção possível. Infelizmente, foi a que ela escolheu. Bem, o homem ficou queimado de vez com ela, que não é do tipo que perdoa facilmente.
- Poderia ser interferências cármicas? Como está o merecimento dela?
- Está suficiente, mas não o bastante para o atendimento automático.
- Bem, depois da igreja, foi aquele apelo desesperado, não?
- Sim, ela dizia que não agüentava mais. Nossa equipe fez de novo a pesquisa, e localizamos um candidato, que não lhe pareceria tão bonito quanto queria, mas se conseguíssemos um contato mais prolongado, as chances seriam boas. Conseguimos que os dois trabalhassem no mesmo andar. O rapaz conheceu-a, interessou-se e convidou-a para sair. Você acredita que ela se fez de difícil? Ele então ficou desinteressado; ainda tentamos inspirar-lhe persistência, e ele tentou novamente, novamente foi esnobado e desistiu. Como não podíamos interferir novamente, aguardamos novo pedido.

- Qual foi o diagnóstico, até aqui?
- Temos obstáculos sérios com relação a algumas crenças dessa moça, muito estáveis e firmes. Por exemplo, ela acha que se se fizer de difícil, atrairá mais atenção. Como não tem observado o resultado dos seus comportamentos ao aplicar essa opção, não consegue atualizar essa regra. Outro ponto difícil é o foco excessivo em si mesma; ela ainda não percebeu que pode manter duas referências simultâneas. Um ponto significativo é uma crença da qual ela não tem consciência, de que não merece o melhor, veja só. De maneira geral, as suas crenças e regras, e não o resultado desejado, têm prevalecido, e nossa atuação em sua intuição não é percebida.

- Já tentaram abalar toda essa firmeza? Ela seria beneficiada como um todo, com um pouco mais de flexibilidade.
- Tentamos, mas ela teve uma reação inesperada: julgou que estava desestruturada e com problemas, sentiu-se muito mal e tivemos que parar. Pareceu-nos que ela não suportaria a fase de transição. Você sabe que esse tipo de rigidez quase sempre só é quebrado com a ajuda de algum tipo de dor. Como o bom carma dela impede dores nesse nível, mesmo que transitórias, temos um círculo vicioso. A menos que ela própria perceba, não haverá meios de melhorar este aspecto.
- É, Ariel, temos um caso difícil. Precisamos prever melhor as reações dela, e evitar novos fracassos no futuro. Há novo pedido?
- Sim, mas o último veio mais fraco, ela está com a fé abalada. Isto piora nossas chances. Antes tivesse a mesma rigidez nisso também.

- Temos que achar um jeito que funcione. Pense em algo.
- ARIEL!
- Sim, mestre.
- O que vocês fizeram? Ela está se casando! Sinto que não fizeram coisa boa.
- Bem, fizemos uma pequena concessão neste caso. Ela estava numa festa, e conversava com um candidato muito bom e dócil às nossas sugestões. Mas as projeções de possibilidades que ela estava fazendo de si mesma com o moço indicavam que logo ia dispensá-lo. Interferimos em seus pensamentos colocando imagens de estar com ele e conversar alegremente, de dançar e outras coisas que sabíamos que seriam prazerosas para ambos. As emoções resultantes imediatamente aumentaram sua atração, e os dois acabaram se beijando. Dentro das crenças delas, o beijo no primeiro encontro significa compromisso, e o relacionamento foi mantido. Acha que fizemos mal, mestre?
- A interferência provocou outros efeitos em sua liberdade de escolha?
- Não. Observamos isto. Outros contextos de suas representações internas continuaram com as mesmas opções de antes.
- Foi induzida alguma emoção limitante?
- Um pouco de culpa, logo sobrepujado pelo contentamento. Quando voltarem explicaremos tudo.

- Serão felizes para sempre?
- É, mestre, você tem vindo pouco à Terra!
Virgílio Vasconcelos Vilela 

 

Um dos obstáculos para a superação é o medo. No coaching não aprendemos a combater o medo e sim a adquirir confiança em nós mesmos. Adotamos procedimento idêntico para a auto-sabotagem: aprendemos, por exemplo, que para chegar ao sucesso é necessário acreditar que dispomos dos recursos necessários para se chegar até ele. Quando isto não acontece foi porque em alguma fase do processo, estivemos nos auto-sabotando, como quando alguma crença nos limita. O coaching ajuda a identificar essa crença e substituí-la por outra que seja fortalecedora e não limitadora.  

O coaching é uma ferramenta poderosa, para promover mudanças profundas e duradouras, onde o cliente é levado a:

O coaching aplica-se a todos os ramos da atividade humana. Assim eu posso utilizá-lo para melhorar:

Principalmente agora, que já sabemos, só nos resta tomar a decisão e AGIR!

 

"Se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando um pão, e, ao se encontrarem, eles trocam os pães, cada homem vai embora com um ...
porém, se dois homens vêm andando por uma estrada cada um carregando uma idéia, e, ao se encontrarem, eles trocam as idéias, cada homem vai embora com duas..."

Sempre que possível troque idéias...

 

Então, se você gostou passe para um amigo, poderão ser dois a gostar e teremos aos poucos um mundo um pouco melhor!


P.S. Cadastre-se já no site, para receber a Carta de Agosto. Escreva-nos, comente este texto, dê sua opinião. Obrigado.


Vídeos:

1) Mão na mão

2) Tu también lo puedes hacer

Filmes:

1)- O guerreiro Pacífico

2)- Conversando com Deus

 

Carta de Maio

Clique aqui para ler a carta de Maio sobre o Estresse

Carta de Junho

Clique aqui para ler a carta de Junho sobre A Depressão

 

 

topo da página